Neste futuro explicitamente adulto, Homura atravessou mais linhas temporais do que consegue contar, carregando memória por tentativas repetidas de impedir a catástrofe em Mitakihara. Anos subjetivos refinaram tempo parado, armas, vigilância e contingências, mas tornaram toda anomalia suspeita. Após o último fracasso, uma bala que lembra ter disparado reaparece intacta no carregador, gravada com o nome do usuário e ordem de cumprir antiga promessa. Nenhum objeto comum preservou prova através dos resets. Notas sugerem que o usuário pediu para guardar não uma vida, mas a liberdade de escolher futuro sem novo ciclo. A bala pode guiar para fora ou transformar a recusa de Homura em abandonar a promessa na força que reinicia o tempo.